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Educação e Internet: a importância da interatividade.
Por Daiane Galvão
A aula acabou. Todos foram para casa. À noite, resolve-se fazer o trabalho para ser entregue no dia seguinte. Mas bateu uma dúvida que os livros não conseguiram tirar. Então, amanhã fala-se com o professor e o aluno interrompe os seus estudos. A relação professor-aluno só acontece enquanto todos estão entre as quatro paredes de uma sala de aula. Ao sair da sala isso é interrompido e retomado apenas no próximo dia de aula.
De forma contrária, a internet não “poda” a aula e nem interrompe as relações educacionais. Assim como a internet reduz distâncias, ela também promove as relações de aprendizagem. Dessa forma, a aula não acaba, a aprendizagem não se interrompe e as relações continuam. A importância da Internet na educação não se reduz à esse exemplo modesto, mas dá pra se ter uma idéia do quanto ela faz a diferença e modifica as relações sócio-educativas.
Muito se tem falado sobre as novas tecnologias na educação evidenciando-se desde concepções que enfatizam a internet como ferramenta de auxílio da prática pedagógica à concepções que enfatizam a internet como o fundamento que promove a resignificação da própria educação.
A Internet vista como ferramenta nada mais é do que um recurso pedagógico como um quadro negro ou um retroprojetor. O professor, muitas vezes, acaba utilizando-a simplesmente como um tapa buraco de sua aula ou como um passatempo para os alunos. Isso se deve, talvez, pelo fato de o professor não ter a devida consciência da real possibilidade da Internet e do leque de opções que ela proporciona para a aprendizagem, ou ainda por não ter a devida formação para compreender a amplitude do ciberespaço. Assim, pode-se cair no fatalismo de transpor as estruturas ultrapassadas da educação para as tecnologias informáticas concebendo esta como simplesmente mais um recurso tecnológico.
Neste aspecto, o professor continua sustentando uma posição ultrapassada de disseminador do saber onde mal consegue se relacionar com o aluno, apenas transmite-lhe as informações sem considerar as contribuições dos aprendizes para sua própria formação. E, desse modo, o aluno não tem vez, parece que a escola não foi feita pra ele, sua única obrigação seria se enquadrar no ritmo das aulas sem reclamar. A Internet, neste contexto, é vista como a novidade, como a hora de fazer algo diferente na escola, sendo utilizada sem qualquer cunho pedagógico inovador.
A Internet na aprendizagem pode transformar os modelos estanques de educação e abrir novos caminhos na medida em que ela valoriza a produção própria dos indivíduos, pois, qualquer um pode produzir sobre o que quiser livremente. E essa produção pode ser acessada e modificada por milhões de pessoas. O aluno passa a ser autor e co-autor de suas produções e das produções dos outros. Um conhecimento vasto está contido em um único ambiente, denominado por muitos de ambientes de aprendizagem, e a educação, que não depende apenas da escola, tem um espaço fértil de atuação. Esse é apenas um aspecto desse universo de possibilidades que a Internet proporciona para a educação.
A aprendizagem pode ser potencializada por uma mudança nas relações de comunicação professor-aluno indo muito além da simples interação. È preciso ir além, é preciso dar a autoria ao aluno, é preciso que suas produções sejam reflexos dos seus pensamentos e que eles possam compartilhar isso com os outros, não se reduzindo à mera imposição do professor, pois a sociedade mudou, a cultura mudou, os alunos não são os mesmos e a educação também não pode ser. Portanto, é preciso uma educação interativa.
Silva evidencia que a educação tem como principal desafio modificar a comunicação, pois, “a escola não se encontra em sintonia com a emergência da interatividade (...) mantém-se fechada em si mesma , em seus rituais de transmissão quando o seu entorno modifica-se fundamentalmente em uma nova dimensão comunicacional”. (SILVA, 2000 ,pp.70).
Diante disso, se faz necessário distinguir interação e interatividade. A interação é um conceito antigo onde o emissor e o receptor está distanciado baseando-se numa relação de consumo. È essa a relação que se enfatiza na educação que não contempla o aluno, que não contempla o que ele traz para a escola, as suas vivências, as suas experiências. Não se dá espaço para que ele produza, ele apenas absorve o que se encontra pronto. Não podemos dizer que a educação bancária, a qual apenas deposita conteúdos, não promova a interação, pois, na medida em que há algum tipo de relação com o professor,
Escrito por Daiane Galvao às 15h54
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mesmo que seja só pra ouvi-lo falar, ou seja, mesmo que essa relação se baseie num estado de passividade, não deixa de haver uma certa interação já que está havendo o contato.
Silva (2000) ao depurar o conceito de interatividade, explicita que este termo está banalizado, pois, tudo o que dá uma idéia de participação é chamado de interativo. Assim, o termo virou uma estratégia de marketing para promover a venda de produtos ou serviços ditos interativos. È preciso deixar claro que aquilo que promove alguma forma de interação, mas que não dá possibilidades de o indivíduo modificar a mensagem e resignificá-la, não é interatividade.
A interatividade surge como um contra-ponto à essa relação que privilegia a unilateralidade. Essa concepção vem integrar numa única pessoa o emissor e o receptor favorecendo o relacionamento humano que pode ou não ser mediado pelas tecnologias. Porque a interatividade não se limita a estas, o seu ambiente é a comunicação. O conteúdo é produzido por todos porque todos são co-autores da produção onde estas não são mais apenas fabricadas por um grupo que dissemina a mensagem sem a interferência de outros.
A interatividade quebra esse paradigma: professor produtor, aluno receptor. E constrói uma outra forma de se relacionar, de se comunicar e de aprender. Com um mundo cada vez mais modificado também pelas novas formas de comunicação, a educação não pode se manter alheia a essas mudanças e continuar fechada em si mesma sem levar em consideração as transformações que estão acontecendo em seu entorno.
Os alunos, cada vez mais, mantém contato com formas interativas de comunicação e, quando chega na escola, são obrigados a se enquadrar numa estrutura ultrapassada que não explora o potencial de cada educando. Essa incompatibilidade provoca o desinteresse pela escola.
Lévy afirma que é preciso aprender com o digital e Silva reafirma a afirmativa dele explicitando que este seria o mais recente desafio do professor. Desafio porque o professor está acostumado com a materialidade do texto desenvolvendo toda a sua prática em cima disso e o “digital significa existência imaterial das imagens, sons, textos (...) E uma vez que a imagem, o som e o texto, em sua forma digital, não têm uma existência material (...) pode ser manipulado infinitamente” (SILVA, 2000.pp.70-71).O professor, portanto, deve aprender a trabalhar com os seus alunos no âmbito da imaterialidade, ou seja, no campo da não-linearidade, da dinamicidade, da autoria, da produção individual socializada.
E quando ele se refere ao desafio digital, não está se referindo puramente às tecnologias, mas antes à interatividade como a forma mais democrática de comunicação principalmente na relação professor-aluno.
O hipertexto é um espaço onde se pode navegar livremente pelas diversas formas de comunicação seja textual, por imagens ou sons. Da mesma forma, a educação pode utilizar as várias possibilidades que estão ao seu alcance, seja a Internet, o rádio, a televisão ou o vídeo para um aprendizado mais eficaz, e, assim, proporcionar ao aluno o contato com as diversas formas de comunicação visando potencializar sua educação frente aos desafios da sociedade contemporânea.
Bonilla (2002), ao falar da hipertextualidade, traz a metáfora do hipertexto para a educação. Assim segundo ela,
“O hipertexto constitui-se uma metáfora importante para a área educacional. Como essa área trabalha com os processos de significação, com relações intersubjetivas, com heterogênese do humano, relacioná-las com redes hipertextuais pode abrir novos espaços de compreensão e atuação para as práticas pedagógicas”. (BONILLA, 2002.pp.183-188)
O hipertexto é um exemplo mais interessante de interatividade já que se baseia na concepção de construção coletiva do conhecimento onde os sujeitos ocupam uma posição ativa desse processo tendo acesso aos diversos tipos e formas de comunicação. Por isso, essa metáfora se torna bastante ilustrativa porque é essa concepção interativa que a educação deve priorizar na formação de sujeitos do conhecimento.
Escrito por Daiane Galvao às 15h53
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Ramal traz a definição do que seria hipertexto quando evidencia que,
“Hoje se entende por hipertexto a apresentação de informações através de uma rede de nós interconectados por links que pode ser navegada livremente pelo leitor de um modo não-linear (...) O hipertexto permite a participação de diversos autores na sua constituição, a redefinição dos papéis de autor e leitor e a revisão dos modelos tradicionais de leitura e de escrita” (RAMAL, 2000. pp.87).
Silva vai mais além e traz a interatividade do hipertexto como um novo paradigma no movimento das tecnologias da comunicação. Essas tecnologias da comunicação não se restringem à Internet porque permeiam a sociedade. A educação, portanto, deve priorizar formas interativas de comunicação para que se possa dar ao aluno possibilidades de atuação. Sobre isso, Silva explicita:
“Aquilo que define o digital com peculiar disposição comunicacional é precisamente a condução de hipertexto essencialmente interativo (...) E como novo paradigma que sustenta o movimento contemporâneo das tecnologias comunicacionais, o hipertexto e o digital são o fundamento modelador do novo ambiente comunicacional” (SILVA, 2000. pp.71-72).
È essa concepção de comunicação interativa e, por isso, democrática, que a educação deve priorizar, afinal de contas a comunicação não se restringe ao ambiente digital. Como Silva evidencia, o digital é o fundamento para as novas tecnologias comunicacionais. As quais podem atuar também no universo educacional.
“Pode-se dizer, então, que o hipertexto é o grande divisor de águas entre a comunicação massiva e a comunicação interativa.” (Silva, 2000:15) . Resignificando essa citação de Silva, e transpondo-a para a educação, pode-se dizer também que a interatividade é o grande divisor de águas entre a educação bancária e a educação interativa, ou ainda, entre a concepção da internet como ferramenta da educação e a concepção da internet como o fundamento da educação.
Referências:
BONILLA, Maria Helena S. Escola aprendente: desafios e possibilidades postos no contexto da sociedade do conhecimento. 2002. Tese, Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador - BA. (p. 183-188)
RAMAL, Adrea Cecília. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. In___.Porto Alegre: Artmed, 2002.
SILVA, Marco. Sala de aula interativa. In____. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.
Escrito por Daiane Galvao às 15h52
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Algumas anotações relevantes sobre a formação de professores:
Simplesmente aprender a utilizar o computador não é a solução para a incorporação adequada das TICs no espaço escolar. Martin Wild (1996), em seus estudos e pesquisas, evidencia que a tecnologia ainda é subutilizada na educação, mesmo por professores recém-formados e que tiveram contato com as TICs em sua formação. Ele identifica as causas desse fato a partir da evidência de falhas de três ordens nos cursos de formação de professores que incluem a preparação para a utilização da informática no campo da educação. São elas: falha de pr´pósito, falha de método e falha de significação.
A falha de de propósito seria o uso reducionista do computador na escola, ou seja, nos cursos, os professores apenas aprendem a mexer no computador sem ter uma noção ampla de como este recurso pode auxiliá-lo na sua prática pedagógica cotidiana; A falha de método diz respeito à atitude errône a de limitar o uso da tecnologia ao aprendizado da informática em si, quando esta deveria ser utilizada para desenvolver a capacidade cognitiva e a construção do conhecimento com o auxílio do computador. E a falha de significação é quando se privilegia a capacitação para o uso sem a cronstrução de um sentido, de uma significação para o uso.
Referência:
RAMAL, Andrea Cecília. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. In___. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Escrito por Daiane Galvao às 12h37
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Aula do dia 03/07/06
Nesta aula demos continuidade ao estudo sobre tecnologias e educação com o fechamento do último bloco do moodle sobre as políticas públicas. Houve também a reunião do grupo internet e educação onde se discutiu mais sobre a nossa página da III Semana de Software Livre, além das orietações de Bonilla sobre os artigos.
Escrito por Daiane Galvao às 12h21
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Aula do dia 26/06/06
Continuando as apresentações da aula passada, esta aula foi riquíssima com a apresentação dos grupos de tv e rádio. As meninas foram bastante criativas e a turma participou muito das discussões.Muito do que se falou sobre o rádio a a televisão também fazia relação com a internet ,a todo momento eu fazia links mentalmente sobre o que estava sendo abordado com outros assuntos da disciplina que já estudei. Foi muito legal todas as apresentações.
Escrito por Daiane Galvao às 16h31
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Aula do dia 19/06/06
Nesta aula tivemos a apresentação das equipes de internet e educação, a qual eu faço parte,juntamente com a equipe de impressos e educação.O mais barato foi que parecia uma única apresentação pois os temas se entrelação de forma que houve muita discussão.Foi uma apresentação bem diferente do que estávamos acostumadas e, por isso, muito produtiva na medida em que todos podiam interagir com as equipes emitindo opniões diversas e suas concepções acerca do assunto o que ajudou a tornar a apresentação bastante dinâmica saindo do formato estanque das formas de apresentação que separa o emissor do receptor.
Escrito por Daiane Galvao às 12h31
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Aula do dia 12/06/06 Nesta aula terminamos a discussão sobre os conceitos que surgem no ciberespaço.Além disso, pude conhecer mais e melhor sobre as políticas públicas e as tecnologias navegando pelo material disponível no módulo cinco.Já havia feito isso antes, mas desta vez com mais atenção.Mais uma vez foi uma aula produtiva não se esgotando a discussão pois esta é muito vasta já que cada termo trabalhado tem repertório suficiente para se escrever até uma monografia.
Escrito por Daiane Galvao às 11h36
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Aula do dia 05/06/06
Como continuação da aula passada sobre os conceitos que afloraram da pesquisa que a turma fez,esta aula foi bem produtiva e esclarecedora.Muitos dos termos que surgiram, são conhecidos nossos e, por vezes, os empregamos cotidianamente sem ter a verdadeira noção do que significam e, quando vamos ver, o seu significado é extremamente complexo e amplo como o conceito de interatividade, por exemplo.Discutir esses termos contribui para a ampliação do nosso conhecimento na disciplina o que vamos levar para toda a vida acadêmica.
Escrito por Daiane Galvao às 12h23
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Aula dia 29/05/06 Nesta aula trabalhamos os diversos conceitos que emergem do tema CIBERCULTURA.Assim, pôde-se ter uma consciência mais apurada dos termos que sempre utilizamos, mas, não nos damos conta do seu real sentido.Fiquei com o conceito de multimídia e o entendi como criação de documentos onde se combinam as diversas mídias que tradicionalmente não apresentam uma interação entre si, como: textos, imagens,fotos,gráficos,vídeos,sons etc.Ou seja, é um ambiente onde se pode interagir todos esses recursos aplicando conhecimentos e técnicas de comunicação no ciberespaço.Quem quiser complementar alguma coisa sinta-se à vontade.
Escrito por Daiane Galvao às 12h32
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Aula do dia 22/05/06
Esta aula foi produtiva pois deu para se ter uma noção suficiente de como produzir uma página na internet.Que é o que meu grupo, Internet e Educação, principalmente, tem que saber já que nós somos responsáveis pela produção da página da III Semana de Software Livre.A aula sobre vídeo também foi interessante, mais, pra mim, foi mais significativo a oficina sobre a página.Por fim, foi extremamente positivo ter esse primeiro contato com mais possibilidades de ação no ciberespaço.
Escrito por Daiane Galvao às 17h10
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Aula do dia 8/05/06 Hoje a aula foi sobre blog. Pudemos visitar diversos blogs para ter uma idéia do quanto podemos produzir com esse recurso.Os blogs na educação podem ser um importante recurso construído pelo aluno onde o mesmo tem seu espaço para expor idéias,textos, notícias interessantes, enfim, é um ambiente de produção onde se pode socializar e interagir com os outros.Portanto, é mais um espaço on-line de construção, interação e reflexão.
Escrito por Daiane Galvao às 11h52
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Impactos da internet
Hoje vivemos na era da sociedade da informação, para alguns autores, ou sociedade da aprendizagem, para outros. De qualquer forma, os dois conceitos se refere ao conhecimento. As crianças, na contemporaneidade, têm acesso a um mundo infinito de informações que os adultos de hoje jamais sonharam no tempo em que eram crianças. No meio de tanta informação é natural que nos sintamos confusos sobre o que, como e porque selecionar determinadas informações, imagine para as crianças. Creio que o uso da internet na educação passa por uma constante orientação ao aluno sobre a sua utilização. Nesse sentido, é necessário estarmos sempre discutimos sobre a atuação do professor e sua formação para lidar com os recursos tecnológicos que podem contribuir para o desenvolvimento de uma educação de qualidade.
Escrito por Daiane Galvao às 14h28
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Aula do dia 24/04/2006
Hoje a aula foi sobre rádio com Moisés.Como a disciplina tem um tema bem amplo, tecnologias, o rádio também é um recurso tecnológico que pode ser bem aproveitado na educação.Houve alguns probleminhas técnicos durante a aula,mas, não atrapalhou o andamento do processo de forma que pôde-se aprender um pouco sobre como utilizar esse recurso pelo computador.
Escrito por Daiane Galvao às 12h03
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Aula do dia 17/04/06
Nesta aula, definiu-se os grupos que vão trabalhar na organização da Terceira Semana de Software Livre. Participar da organização de um evento educacional, pra mim, é muito prazeroso e a experiência é algo bem importante.È bom fazer uma disciplina que propõe coisas novas e sai daquela rotina que se resume à sala de aula.
Escrito por Daiane Galvao às 11h50
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